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serão com você.
domingo, 31 de janeiro de 2010
minhoquinha
a cachoeira da escada passou pela minha cabeça como uma lembrança.
acho que precisava de algumas notícias. vai saber.
o silêncio completo é repeitoso, sem dúvida. mas volta quando precisa. isso é sabido há tempos.
sem rastros - ou acredita que sim - ausenta.
eu? eu sempre na mesma, mudo agora e mudo grande. grande nada. imenso!
tanto que eu deveria ter sabido antes é o que me amedronta agora.
mas com essa mão de hoje, o medo fica meio de lado, sabe? a verdade é que nunca fui tão certa de uma coisa na vida:
to indo.
acho que precisava de algumas notícias. vai saber.
o silêncio completo é repeitoso, sem dúvida. mas volta quando precisa. isso é sabido há tempos.
sem rastros - ou acredita que sim - ausenta.
eu? eu sempre na mesma, mudo agora e mudo grande. grande nada. imenso!
tanto que eu deveria ter sabido antes é o que me amedronta agora.
mas com essa mão de hoje, o medo fica meio de lado, sabe? a verdade é que nunca fui tão certa de uma coisa na vida:
to indo.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
em andamento
A menina caminhava pela rua com o treco no ouvido. a trilha daquele passei estava lá. era alegre. combinava com o dia.
de pedidos e um tão querido sim. com planos e nomes e busca pelo bairro ideal.
as frutrações ficaram tão nas outras épocas que esse até parece o primeiro namoro.
sem raiva,zero. nenhuma.
tem é mimo, carinho e olhares gostosos. e essa admiração por ela que a menina que passeia pela rua sente.
ela sente que precisa aprender a dizer o tanto que tem. dá uma vontade maluca de berrar o tamanho do amor. "a gente é dessa parte do mundo mesmo..."
mas falta palavra. e, na falta de palavra, ela corre pra pintar. e a tela acontece. assim. rapidinho. o pincel parecia até ter vida própria.
isso fica mais e mais interessante... o casório? sai logo logo.
de pedidos e um tão querido sim. com planos e nomes e busca pelo bairro ideal.
as frutrações ficaram tão nas outras épocas que esse até parece o primeiro namoro.
sem raiva,zero. nenhuma.
tem é mimo, carinho e olhares gostosos. e essa admiração por ela que a menina que passeia pela rua sente.
ela sente que precisa aprender a dizer o tanto que tem. dá uma vontade maluca de berrar o tamanho do amor. "a gente é dessa parte do mundo mesmo..."
mas falta palavra. e, na falta de palavra, ela corre pra pintar. e a tela acontece. assim. rapidinho. o pincel parecia até ter vida própria.
isso fica mais e mais interessante... o casório? sai logo logo.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
mãozinha
e te ver dormindo me traz paz.
me disseram que paz pode ser proporcionada por outros. não achava que era não.
mas você me dá. de tudo. e tem a vida sua e minha misturadas, finalmente.
passa tempo, hora e passados.
tanta alegria que tenho contigo, menina. tanta.
tem tanta cor.
tem tanta risada. e muita, muita aprovação.
você mesma disse e eu mesma concordei: "mãe diz, a gente obedece"
rostinho de menina, jeitinho de menina. coração enorme. nem cabe aí.
bota pra fora e me dá um pedaço.
me disseram que paz pode ser proporcionada por outros. não achava que era não.
mas você me dá. de tudo. e tem a vida sua e minha misturadas, finalmente.
passa tempo, hora e passados.
tanta alegria que tenho contigo, menina. tanta.
tem tanta cor.
tem tanta risada. e muita, muita aprovação.
você mesma disse e eu mesma concordei: "mãe diz, a gente obedece"
rostinho de menina, jeitinho de menina. coração enorme. nem cabe aí.
bota pra fora e me dá um pedaço.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
visita
e agora começam as invasões.
como se esse filme já não tivesse passado antes...
aliás. filme, não. novelinha chinfrim que você se recusou a protagonizar uma vez. e agora tá aí. fazendo o mesmo. se prestando a tal.
sabe? é mais honesto ter a discussão.
como se esse filme já não tivesse passado antes...
aliás. filme, não. novelinha chinfrim que você se recusou a protagonizar uma vez. e agora tá aí. fazendo o mesmo. se prestando a tal.
sabe? é mais honesto ter a discussão.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
tão óbvio
ah, essas palavrinhas.
parece que atingem, mas, sabe? aprendi há tempos que não. tá na hora de você passar. de fase.
suas amizades te dão razão? obrigação delas.
as minhas dão pra mim.
tem alguém certo nisso não, minha cara.
15 anos depois dos 20 não dá não.
parece que atingem, mas, sabe? aprendi há tempos que não. tá na hora de você passar. de fase.
suas amizades te dão razão? obrigação delas.
as minhas dão pra mim.
tem alguém certo nisso não, minha cara.
15 anos depois dos 20 não dá não.
rua
enquanto a vida passa,
enquanto os papos são papeados,
enquanto as artes são criadas
a menina que chorou como uma criança com medo...
que teve a tristeza tão acentuada pelo adeus...
produziu tanto, mas tanto.
ela usou o que precisou. ela foi atrás do que a faz feliz. que é o medo do desconhecido. sentimento que lhe é novo. que morava lá dentro.
lá dentro dela, aquele carinho se foi.
com a dúvida, com a carne, os cheiros...
e o mundo tava lá. só esperando tudo acontecer.
e ela se sentiu livre.
enquanto os papos são papeados,
enquanto as artes são criadas
a menina que chorou como uma criança com medo...
que teve a tristeza tão acentuada pelo adeus...
produziu tanto, mas tanto.
ela usou o que precisou. ela foi atrás do que a faz feliz. que é o medo do desconhecido. sentimento que lhe é novo. que morava lá dentro.
lá dentro dela, aquele carinho se foi.
com a dúvida, com a carne, os cheiros...
e o mundo tava lá. só esperando tudo acontecer.
e ela se sentiu livre.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sem culpa.
você não me pediu,
mas fiz.
pra tirar tudo o que remete.
pra um passado limpo. totalmente.
e com o futuro pra gente.
mas fiz.
pra tirar tudo o que remete.
pra um passado limpo. totalmente.
e com o futuro pra gente.
raiz
tentando fazer uns textos aí, de entrega quase imediata, fico pensando como preciso da minha inspiração.
desgaste
esperei que viesse.
com a bebida em mãos, achei que ficaríamos bem.
peguei um cigarro - claro.
o que eu precisava me fazia companhia. aquela que buscamos naquela noite. de gestos bruscos e risadas forçadas aos outros. e brigas. várias. tudo o que não brigamos de fato.
foi naquela noite.
que, mais uma vez, esperei por você.
com a bebida em mãos, achei que ficaríamos bem.
peguei um cigarro - claro.
o que eu precisava me fazia companhia. aquela que buscamos naquela noite. de gestos bruscos e risadas forçadas aos outros. e brigas. várias. tudo o que não brigamos de fato.
foi naquela noite.
que, mais uma vez, esperei por você.
procura
pelas inspirações das madrugadas
não aceito elas virem pelo álcool.
então, fico que escrevo, que pinto, que danço. sozinha. em casa.
e quero nossa casa. tanta idéia.
não aceito elas virem pelo álcool.
então, fico que escrevo, que pinto, que danço. sozinha. em casa.
e quero nossa casa. tanta idéia.
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