o bom desse treco de amor é que ele fica no passado quando acaba
e aí, estamos de novo no mundo
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
erbrechen
com uma sensação na boca do estômago
a gente combinou de se ver
o que há de errado com hoje?
a gente combinou de se ver
o que há de errado com hoje?
terça-feira, 10 de agosto de 2010
na porta
e se foram. os dois. meus companheiros de Katrina, de pigas e de perrengues.
e se foi um grande amor.
e com tudo isso aparecem as manias,
as vontades, os desejos
e elas. que sempre estiveram por aí
e que, agora, livre, me dou ao trabalho de procurar.
e se foi um grande amor.
e com tudo isso aparecem as manias,
as vontades, os desejos
e elas. que sempre estiveram por aí
e que, agora, livre, me dou ao trabalho de procurar.
mudança
tanto tempo perdido,
tanto tempo gasto
com mais decepções passadas,
graças a deus.
e baratas.
assim como o sentimento.
barato,
falso,
enganatório.
e, mais uma vez, lá fui eu a acreditar...
tanto tempo gasto
com mais decepções passadas,
graças a deus.
e baratas.
assim como o sentimento.
barato,
falso,
enganatório.
e, mais uma vez, lá fui eu a acreditar...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
paixão
aquela beleza.
o significado forte de coisas lidas e só sonhadas.
nunca vividas.
e hoje a busca.
pela vida nova.
o significado forte de coisas lidas e só sonhadas.
nunca vividas.
e hoje a busca.
pela vida nova.
ilusão (o doce seria brega)
acreditei muito tempo no mesmo que você
mas sei que história pode ser fantasia.
documentários são fantasias malucas de alguém que tenta dizer a verdade.
acho que era o que eu fazia da gente.
documentário.
uma única versão dos fatos.
minha.
só minha.
que virou de muitos.
de todos que me ouviram.
te todos que te odiaram.
porque souberam
porque me querem
e bem.
longe do que era.
perto que que eu quis.
juntinho do que podia ter sido.
mas sei que história pode ser fantasia.
documentários são fantasias malucas de alguém que tenta dizer a verdade.
acho que era o que eu fazia da gente.
documentário.
uma única versão dos fatos.
minha.
só minha.
que virou de muitos.
de todos que me ouviram.
te todos que te odiaram.
porque souberam
porque me querem
e bem.
longe do que era.
perto que que eu quis.
juntinho do que podia ter sido.
g.o.t.a.
era puro sexo.
suado
adrenilado
com álcool sendo desgrudado da pele a um custo cheio de querências.
suado
adrenilado
com álcool sendo desgrudado da pele a um custo cheio de querências.
arcabouço
a onda tava lá, fazendo seu trabalho de ir-e-vir.
e a rocha dura. imponente.
e a onda
e a onda
e a onda
vinham pessoas e o que mais o valha.
e a onda e a onda
no seu trabalho
no indo-e-vindo
e sempre com as pessoas, o inverno e o verão.
e a onda começou a quebrar
as barreiras
daquela rocha
que recebia tudo e todos
que iam-e-vinham
então é areia.
que fica na peneira,
mas ainda assim é macia.
e a rocha dura. imponente.
e a onda
e a onda
e a onda
vinham pessoas e o que mais o valha.
e a onda e a onda
no seu trabalho
no indo-e-vindo
e sempre com as pessoas, o inverno e o verão.
e a onda começou a quebrar
as barreiras
daquela rocha
que recebia tudo e todos
que iam-e-vinham
então é areia.
que fica na peneira,
mas ainda assim é macia.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
waiting for this moment to be free
you were only waiting for this moment to arive
you were only waiting for this moment to arive
you were only waiting for this moment to arive.
you were only waiting for this moment to arive
you were only waiting for this moment to arive.
terça-feira, 6 de julho de 2010
passeio
- tá de sacanagem!
- tô nada.
- mas desde quando?
- faz pouco tempo... na rua.
- ah, para!
- juro. do na-da.
- e você?
- fiquei com as pernas bambas.
- e depois disso?
- fiquei com ela.
- tô nada.
- mas desde quando?
- faz pouco tempo... na rua.
- ah, para!
- juro. do na-da.
- e você?
- fiquei com as pernas bambas.
- e depois disso?
- fiquei com ela.
(...) sinto falta, sabe? a gente vivia muito bem. a gente ria, brincava, fazia amor, tudo era uma beleza! (...)
(...) me deu até uma vontade de qualquer dia tomar um porre e ir bater lá, dizer pra ela que ela ainda é a mulher da minha vida. (...)
é, darling... traições serão traições pra sempre.
trecho tirado do conto "na conta das palavras", de elisa lucinda.
(...) me deu até uma vontade de qualquer dia tomar um porre e ir bater lá, dizer pra ela que ela ainda é a mulher da minha vida. (...)
é, darling... traições serão traições pra sempre.
trecho tirado do conto "na conta das palavras", de elisa lucinda.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
outra
ela estava toda lá.
inteirinha. naquela noite tava completa naquela cama.
a mulher que estava com ela desacreditava. que entrega, que montes de vontade, que corpo mexedor.
e contava: tava a barriga, estavam as pernas, o pescoço e sua nuca, mãos, dedos, boca, cabelos, gemidos.
e ela lá. toda lá.
mal sabia a mulher que estava com ela que ela estava lá porque precisava. por ela. e por sua vida pregressa.
inteirinha. naquela noite tava completa naquela cama.
a mulher que estava com ela desacreditava. que entrega, que montes de vontade, que corpo mexedor.
e contava: tava a barriga, estavam as pernas, o pescoço e sua nuca, mãos, dedos, boca, cabelos, gemidos.
e ela lá. toda lá.
mal sabia a mulher que estava com ela que ela estava lá porque precisava. por ela. e por sua vida pregressa.
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